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Imóveis, Mercado Imobiliário, Tendências

08/04/2022

Adão News: 7 novas tendências no mercado imobiliário

Ao contrário do que muitos pensam, o mercado imobiliário não é uma área de interesse nichada - ou pelo menos, não deveria ser. Assim como assuntos populares, como cultura, política, saúde e educação, esse campo impacta diretamente nossas vidas e, por isso, é sempre bom estar antenado no que acontece nesse cenário. Seja você um corretor de imóveis ou não.

Pensando nisso, listamos abaixo algumas das principais tendências e novidades no mercado imobiliário.

1 - Imóveis compactos 

Quando surgiu no século 20 como uma nova forma de habitação popular, ninguém imaginou que o apartamento viria a se tornar um queridinho da sociedade. Surpreendentemente, o prestígio por esse imóvel vem crescendo há anos e a curva só tende a subir.

Segundo o Secovi-SP (Sindicato Patronal de Habitação de São Paulo), não apenas a popularidade dos apartamentos tem aumentado, como quanto mais compacto for o imóvel, melhor. Isso mesmo, espaços amplos deixaram de ser uma prioridade entre o público.

Embora os predispostos à claustrofobia possam ter um pouco dificuldade para acreditar, os dados não mentem. O levantamento realizado pelo Secovi-SP mostra que, dos 50 mil apartamentos lançados na capital paulista entre janeiro e setembro de 2021, 37,5 mil – o equivalente a 75% – possuíam no máximo 45 metros quadrados.

Seja pela localização acessível ou pela otimização do espaço, a questão é que tais empreendimentos são lucrativos tanto para incorporadoras e construtoras quanto para clientes finais interessados em fugir do aumento das taxas de juros.

2 - Open Banking

Dias vão, dias vem e um dos maiores sonhos do brasileiro segue sendo a famigerada casa própria. Inclusive, uma pesquisa divulgada pelo Instituto Vox Populi mostra que os habitantes do país tropical têm três prioridades: adquirir um imóvel, investir em educação e ter um plano de saúde - sim, exatamente nessa ordem.

Felizmente, uma iniciativa do Banco Central do Brasil promete acessibilizar essas aspirações. O termo do momento é: open banking. A expressão inglesa significa Sistema Financeiro Aberto e, através da famosa lei da oferta e da procura, busca viabilizar o acesso do consumidor a serviços financeiros.

Com os bancos tendo acesso aos dados do cliente (após a permissão do mesmo, é claro), todos tentaram oferecer a melhor oportunidade de crédito e, com isso, os juros podem abaixar significativamente, facilitando sua aquisição imobiliária.

3 - Imóveis no litoral

A pandemia trouxe consigo algumas mudanças de hábito - não estamos falando apenas da máscara, álcool em gel e distanciamento social. Como fruto do período de isolamento, muitas pessoas tiveram uma epifania: se afastar dos centros urbanos.

Com os avanços tecnológicos e a crescente busca por hábitos mais saudáveis, do nordeste ao sudeste, houve uma migração para o litoral. Dessa forma, a valorização de imóveis na orla praiana acabou sendo motivo de entusiasmo para os locatários e corretores.

4 - Revitalização de imóveis no centro

Além da migração pro litoral, outro processo que ganhou força com a pandemia foi a revitalização de imóveis nos centros urbanos. Visto que nem todos possuem capital para alugar ou comprar uma casa na praia, uma alternativa é otimizar o espaço em que se vive.

Juntamente com o processo de reconversão de edifícios comerciais em residenciais, o centro vem ganhando cada vez mais investimento em infraestrutura, tornando-se uma ótima localização para habitações.

A título de curiosidade, muitos hotéis fecharam as portas durante a pandemia. A popularização do home office e o hype de serviços como Airbnb dificultam o acesso ao público alvo da hotelaria, principalmente dos empreendimentos situados nos centros urbanos. Diante desse cenário, projetos como o Reviver Centro vem ganhando espaço.

Resumidamente, o Reviver trata-se de um plano de recuperação urbanística, cultural, social e econômica da região central do Rio de Janeiro. E, uma das iniciativas desse programa é converter empreendimentos que estejam passando por esse problema, em prédios residenciais, comerciais ou mistos. Tal processo tem chamado a atenção de investidores.

5 - House flipping

E, falando em revitalização imobiliária, o house flipping é uma modalidade que vem ganhando o coração dos investidores. Apesar do nome ser novo, a ideia já está no mercado há algum tempo. Estamos falando do processo de adquirir um imóvel usado, reformá-lo buscando valorização no mercado e, por fim, vendê-lo a um preço mais alto.

Vale pontuar que essa reforma não busca apenas consertar algumas coisas aqui e reparar outras ali, na verdade, a ideia é adaptar o imóvel às novas demandas do consumidor, seja alterando o design ou layout do lar. Quanto mais plural e atemporal, melhor.

No entanto, é essencial saber escolher o empreendimento, afinal, não é todo imóvel que tem potencial para encarar esse processo e também não compensa comprar uma residência por um preço alto e ainda gastar na reforma.

6 - Espaço para saúde mental

Lembra das mudanças de hábito ocasionadas pela pandemia? Pois então, elas atingiram uma área em especial: a saúde mental. E, coincidentemente, o período de isolamento propiciou uma nova demanda no consumidor, a necessidade de espaços de saúde mental em casa. E essa procura pode significar um preço mais alto na sua captação.

Temos visto "espaços zen" em muitos condomínios, na hora da apresentação do empreendimento ao cliente, esse detalhe pode se tornar um grande aliado do corretor. Além disso, qualquer espaço amplo em casas térreas pode ser vendido como canto de meditação.

Curiosamente, os banheiros são cômodos que merecem uma atenção especial para atender essa nova demanda. Banheiros básicos e funcionais? Não mesmo! A tendência agora está focada em banheiros com um toque de spa, afinal, os moradores querem um lugar propício para o autocuidado, mesmo que não tenham pensado diretamente nisso. 

7 - Millennials

Com certeza você já deve ter ouvido alguma piadinha em torno dos millennials, certo? Se não, que cringe da sua parte, em que planeta você mora? Brincadeiras à parte, os millennials representam 43% dos compradores de imóveis e lideram a geração de compradores no mercado.

Antes que você pergunte o que são millennials, basta pensar na população com idades entre 23 e 41 anos. É aquela geração atualizada nas informações e muito presente no cenário virtual. Provavelmente do tipo que encontra o apartamento dos sonhos em portais online e nunca chegou a ver uma placa de venda de imóvel.

No entanto, independente da geração de consumidores, uma coisa é certa: ninguém dispensa a ajuda de um corretor de imóveis. Toda burocracia na compra do empreendimento e preenchimento da papelada requer uma consultoria especializada, e aí está seu momento de brilhar.

E então, o que achou dessa lista de atualizações? Se curtiu, não deixe de compartilhar e, se tem alguma sugestão, não deixe de comentar. Um abraço e até a próxima!

Fontes: Forbes, SpaceMoney, Diário de Pernambuco, Extra, SpaceMoney, Inman, Realtor Magazine.

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